Espetáculo teatral de bonecos no Teatro Paulo Alcides Jorge

O grupo Cia das cores trás para Araçatuba o espetáculo de bonecos Chiquinha Gonzaga a menina faceira. O evento acontece na próxima semana, nos dias 4 e 5 de junho, no Teatro Paulo Alcides Jorge que fica localizado na Rua Armando Sales s/n, ás 16h. Entrada franca.



Chiquinha Gonzaga a menina faceira é um espetáculo de teatro de bonecos que conta diversas facetas de Chiquinha Gonzaga, grande compositora, pianista e regente brasileira a partir da sua obra musical, na qual três vendedores de rua do começo do século20: o Aguadeiro, a Lamparineira e o Quitandeiro, acompanhados por um Pianeiro, encenam com bonecos situações pitorescas e inusitadas do universo da compositora, mostrando peripécias de sua infância, devaneios sobre sua vida e situações lúdicas de suas criações.  

Ao adentrar no universo de Chiquinha Gonzaga a Cia das Cores ressignifica o seu próprio nome, pois se depara com matizes de cores e sons vibrantes inspirados pela história dessa artista a frente de seu tempo, que foi símbolo de devoção, coragem e ruptura, pois sua música nos desafiou e impulsionou a criar um espetáculo sensível e criativo, com a potencialidade os bonecos, a versatilidade dos atores que transitam entre personagens, narradores e manipuladores, e um músico que na sua humilde excelência nos apresenta esse universo mágico. A peça traz a poesia do teatro de bonecos para compor um poema cênico onde crianças e adultos celebram Chiquinha Gonzaga, a menina, a mulher, a poesia, a música, a brincadeira, a história, o Brasil.     

A menina sensível, que viveu a música, mas muitas vezes não foi compreendida; a compositora e instrumentista que se consolidou como um dos piares da identidade cultural brasileira; a protagonista feminina, sendo a primeira mulher regente de uma orquestra no Brasil, a musicar peças de teatro, e a levar uma vida de autonomia pessoal, atrás de sua vocação; inovadora, quando compôs a primeira marchinha de carnaval.

A trilha sonora é composta pelas seguintes canções de Chiquinha Gonzaga: A menina faceira, Tim Tim, Água de vintém, Corta jaca, Atraente, Passos no choro, Sonhando, Sorte grande, Carijó, Não insista rapariga, Sou morena, Abre alas, Lua branca, Forrobodó e Fogo foguinho.    

Fonte: Governo do Estado de São Paulo

Simbad, o navegante - teatro infantil em Araçatuba

Quinta-feira, 26/05/2016, feriado, com duas apresentações no teatro municipal Castro Alves - entrada gratuita. Depois de fazer sucesso em São Paulo, chegou a vez de Araçatuba

O espetáculo mescla teatro, dança, contação de histórias e circo – é uma adaptação da história clássica das “Mil e uma noites” e conquistou vários prêmios.
O espetáculo – com direção de Carla Candiotto e texto de Alexandre Roit, Rodrigo Matheus e Carla Candiotto – é uma adaptação da história clássica das “Mil e uma noites”, onde imagens poéticas e engraçadas são a base da história das sete viagens de Simbad. Os atores Ronaldo Aguiar – conhecido e premiado palhaço e bailarino – e Rodrigo Matheus – fundador do Circo Mínimo e conhecido por seus trabalhos aéreos – criam um senário mágico manipulando estruturas de bambus no palco, que também dão o suporte para as acrobacias durante toda a apresentação.
A peça, que mescla teatro, dança, contação de histórias e circo, conquistou inúmeros prêmios, entre eles quatro categorias do ‘São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem’: Melhor Espetáculo Infantil, Melhor Ator, Melhor Iluminação e Melhor Direção.

Maria Gadú agita público na Virada Cultural Paulista



O final de semana na cidade foi marcado por diversos shows, entre eles o da cantora e compositora Maria Gadú que esteve no palco da Virada Cultural Paulista em Araçatuba, no sábado (21), na Avenida dos Araças.

O show foi marcado por hits como "shimbalaiê", "Linda Rosa" e "A História de Lily Braun". Em suas redes sociais a cantora falou um pouco sobre o show de Araçatuba "energia! Isso descreve o show de Araçatuba!!! Linda participação da plateia que bradava cantos a favor das igualdades!!!!”

Confira a entrevista que a cantora deu em uma coletiva de imprensa realizada minutos antes de seu show!

Viviane Fernandes (SBT): “Eu queria que você falasse um pouco desse evento, que é um evento de diversidade cultural de diversidade artística, você considera isso importante?”.
Maria Gadú: “Absolutamente! Esse lance da arte ser acessível pra a população e disso partir de uma coisa é, tem haver também com o lance  dos ministérios que a gente tá brigando. A abordagem do ministério da cultura é cuida exatamente disso  de trazer a arte e  tirar a arte do comercio que é deixar de ser entretenimento e virar cultura que é isso, fazer show na praça pra galera.”

Pedro Gandra (Secretaria de Comunicação): “O que se apresentar na virada cultural como uma das atrações principais significa pra você?”.
Maria Gadú: “Ah, não consigo classificar esse lance de pódio de atração, acho que todas as atrações são principais, esse que é o lance legal da diversidade né, você tem um dia inteiro de atrações diferente que abordam vários temas musicais, tocam pra tribos diferentes enfim, acho que é só questão de horário. Fico feliz de estar aqui! (risos)”.

Thalia Paro (Secretaria de Cultura): “Qual a sua inspiração para compor? De onde vem a inspiração, de onde você busca a inspiração para compor todas as suas músicas que são muito boas?”
Maria Gadú: “Obrigada! (risos). Ah, no dia a dia normal tenho uma vida, sei lá, cotidiana bem comum e leio muito, gosto muito de ler, é acho que a leitura trás pra gente esses artifícios pra você escrever, esse lance do vocabulário é importante a leitura abre pra você formas diferentes pra você conseguir expor  um sentimento, e o amor é o sentimento que todo mundo sente e existem mil maneiras de falar sobre o amor, mil palavras  pra colocar, figuras de linguagem, enfim, acho que a leitura sempre me deu um portal, assim, bacana. Mas o dia a dia me inspira, tá vivo né, tá bom. (risos)”

Thalia Paro (Secretaria de Cultura): “Existe alguma diferença entre o público aqui do interior e o público da capital? O que você acha?”.
Maria Gadú: “Acho que é uma pequena diferença, é só pelo lance de você, eu sou da capital, sou de São Paulo capital e você tem acesso a muitas coisas o tempo inteiro, e fica até difícil de você escolher o que você quer ver né. Em uma sexta-feira, em um sábado tem sei lá, uns cinquenta shows acontecendo espalhados pela cidade, enfim, acho que no interior a oferta é menor né, então eu vejo o pessoal mais saudoso, mais sedento às vezes até, porque infelizmente a gente fica mesmo pelas capitais né, tem mais acesso pra gente fazer também, mais estrutura, os espetáculos chegam com mais facilidade, então você chega no interior e a galera tá nossa nunca veio né? Estava na hora. É essa a sensação, é bom.(risos)!”

Canal do YouTube (Deixa Rolar): Maria Gadú, quinto CD, Guelã. Como que foi fazer esse CD, qual que foi sua inspiração para compor as músicas desse quinto trabalho?
Maria Gadú: “É quinto mais é de estúdio, de álbum, esse é o terceiro, tenho um DVD, um álbum nosso na verdade é uma compilação de coisas que eu gravei fora da minha discografia e que foi bom também porque eu fiquei quatro anos sem querer gravar nada, justamente por não querer fazer nem um placebo, sabe não ter que bater uma carteira, eu tenho que entregar um disco, tenho que entregar um álbum, se eu não tiver segura, não tiver satisfeita ou com uma material que eu acho relevante não vou fazer né, então esse álbum é mais o menos isso  eu fiquei esse processo de quatro anos compondo, reunindo sonoridades e voltei a estudar música e ai a hora que eu senti segurança ele veio. Esse processo foi bem  passo a passo, bem lento.”   

Canal do YouTube (Deixa Rolar):  “Na capa do CD tem um anjo, né? Uma mulher com asas de anjo. A Maria Gadú é anjo?
Maria Gadú: “Não! (risos). Definitivamente não. Ninguém é né? Anjo é um símbolo de uma coisa que a gente projeta que seria bom, mas acho que todo mundo tem que ter o yin e o yang né, que faz o equilíbrio da gente ser legal, da gente não ser também”.

Maria Gadú no palco principal da Virada Cultural de Araçatuba



 
Sábado, 21/05/2016, 23h50, em Araçatuba - no palco principal da avenida dos Araçás - gratuito

Considerada uma das grandes revelações da MPB, Gadú lançou seu primeiro álbum em 2009. Entre os anos de 2010 e 2013, a artista gravou CD e DVD  Ao vivo, fez parceria com o cantor Caetano Veloso, gravou seu segundo álbum Mais uma página e lançou um disco de duetos intitulado "Nós".  Une musicalidade e lirismo e canta com letras mais intimistas. No show, além do novo repertório, o público confere uma compilação dos maiores sucessos da artista. 

Maria Gadú sempre foi precoce. Paulistana da Vila Mariana criada por uma mãe atenta e dedicada ao talento da filha, preferia a companhia dos adultos da casa – e da música, que lá se ouvia, fique bem claro - a das outras crianças. 

Se esse traço da personalidade chegava a ser uma preocupação para a sua mãe, D Neusa, à futura cantora Maria Gadú fez bem. Ao fazer de tudo para aproximar os pequenos amigos da filha, enchendo a casa de atrações em tinta, discos e brinquedos, D.Neusa propiciou o ambiente onde Gadú, sem saber, iniciaria a sua formação artística em laboratório aconchegante e particular. 

Na companhia da mãe e da avó, Maria conhecia o repertório de cantores e cantoras que a influenciariam: Carmem Miranda, Dolores Duran, Adoniran Barbosa, Maria Bethânia, Caetano, Chico Buarque, Gal Costa.

Dona Neusa, ainda grávida, já “namorava” uma escola de música para a filha estudar quando crescesse.... A Escola Municipal de Educação Artística da prefeitura de São Paulo ajudou mesmo a Gadú, ainda na infância, a dar os primeiros passos. Mais tarde, Gadú não conseguiria de adequar a nenhum método formal de música. 

Contraditoriamente, Gadú estudaria sua própria voz e criaria suas próprias técnicas, através de livros de métodos vocais de jazz e soul, sozinha, em frente ao espelho. Autodidata também para instrumentos, aprendeu a tocar piano e violão.


Aos 4 anos ela não titubeou quando viu um músico, em um shopping, largar o piano e descansar para o intervalo. 

Sentou-se no banquinho como se tivesse chegado sua vez e tocou um trecho de Chopin. Estupefata, a platéia da praça de alimentação perguntou a ela o que era aquilo. Maria respondeu: “a música do gás”. Já aos 8, tocava piano e violão e chamava a prima para a fazer a segunda voz nas canções que queria gravar. 

A outra criança não entendia o que fazer e seguia a voz de Maria, que chorava de raiva, dizendo: “Não me imite, canta diferente.!”. Com 12 anos, na paradisíaca Ilha Grande compôs “Shimbalaiê”, MPB de levada afro, uma das músicas mais populares de seus shows, que carrega o verso: “quando mentir, for preciso, poder falar a verdade” . 

Após a adolescência e a longa passagem pela formação da escola que é tocar em barzinhos, resolveu ir para a Europa com um amigo percussionista para se apresentar em festivais de música independente. Após passagem, de agosto a outubro, pela Itália e Irlanda tocando em festivais, casas e shows e até na rua, Maria Gadú retornou ao Brasil para festas de fim de ano, com o objetivo de rever a família e rapidamente se organizar para voltar a Europa. Resolveu passar a virada do ano no Rio, para rever alguns amigos, e daqui não saiu mais, fazendo shows e desenvolvendo a carreira na cidade.

Exposição de Paisagens Cósmicas

 
O museu Catavento Cultural trás para Araçatuba a exposição itinerante  “Paisagens Cósmicas – Da Terra ao Big Bang”, a apresentação começa na segunda-feira(16), das 14h até ás 17h e vai até o dia 03 de junho, no Museu Histórico e Pedagógico Marechal Cândido Rondon localizado na rua XV de Novembro, 247. Gratuito.
  
A exposição tem como proposta divulgar a Astronomia na sociedade tomando como referência o aniversário de 400 anos das primeiras observações telescópicas do céu feitas por Galileu Galilei. A feira é Composta por fotografias de denso conteúdo científico que levará o público a conhecer mais sobre a Terra e o Big Bang.

Contemplados com o Troféu Odette Costa 2016

Entrega dos troféus, segunda-feira, 30/05/2016, 19h, no Shopping Praça Nova

Artes visuais - artes plásticas
Aline Lopes
Essa  artista plástica araçatubense vem ao longo dos anos desempenhando um papel vital para o universo cultural da cidade. A cada ano a sua obra ocupa um papel cada vez mais importante, estando presente nos mais variados espaços da cidade.  Ministra aulas em seu ateliê, produz belíssimas obras em variadas plataformas, como as paredes do Shopping Praça Nova, está presente representando Araçatuba na fase estadual do Mapa Cultural Paulista e recebe hoje nosso mais uma vez merecido reconhecimento com a atribuição do Troféu Odette Costa 2016 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araçatuba.



Artesanato
Silas Ramos de Oliveira

Das viagens que tinha como ofício, percorreu por várias cidades que tinha como curiosidade uma atenção especial ao artesanato local, que para ele era um universo desconhecido, ao mesmo, tempo tão íntimo e enigmático. Afastado das estradas, arriscou a sua criatividade com a madeira. Hoje, tem o seu talento reconhecido e o respeito de toda comunidade dos artesãos, daí a atribuição do Troféu Odette Costa 2016 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araçatuba.

Fotografia
Yago Monteiro
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Talentoso  na arte fotográfica onde é exímio e também mestre, com  trabalho  realizado em exposição “Yago e seus alunos” e na cobertura da ViradaCultural  de 2015, fazendo registro uma arte, recebe  o Troféu  Odette Costa como reconhecimento da Secretaria Municipal de Cultura de Araçatuba



Dança
A Academia Equilíbrio Natália Silva Ballet completou em agosto de 2015, onze anos de existência. Com uma postura arrojada, a academia vem se destacando pela qualidade e diversidade das técnicas oferecidas e também pela intensa produção e realização de espetáculos e produções na área da dança.

Apenas entre maio de 2015 e abril deste ano foram mais de 25 apresentações, espetáculos e participações em concursos, por isso a atribuição do Troféu Odette Costa em 2016 como reconhecimento da Secretaria Municipal de Cultura ao trabalho realizado. Natália Silva, sua diretora, receberá o troféu. 



Literatura
Marilurdes Martins

Tempo de colher margaridas – Marilurdes Campezi

A escritora Marilurdes  Campezi é escritora consagrada em Araçatuba, com vários livros publicados, sendo acadêmica da Academia Araçatubense de Letras. Neste últimos anos, lançou vários títulos, sendo o último “Tempo de colher margaridas”. Segundo o escritor Hélio Consolaro, “trata-se uma obra produzida no outono da vida, mas para Marilurdes essa estação será longa, ela vai colher muitas margaridas, porque elas foram sementes bem plantadas na juventude. Um outono colorido. Com tanto sentimento, os versos só podiam sair brancos, assimétricos e livres”.


Literatura: biografia
Arnon Gomes

“O jornalista mais premiado do Brasil” - Arnon Gomes

Livro de biografia é o gênero do momento. Arnon 33 anos,  já está no segundo, sendo o primeiro sobre o jornalista Genilson Senche. O contemplado é jornalista,  nasceu e formou-se em Santos,  adotou Araçatuba como sua cidade, quando veio exercer a função de jornalista em 2003. Atualmente é editor-executivo do jornal. O livro “O jornalista mais premiado do Brasil”  foi premiado pelo Fundo Municipal de Apoio à Cultura, tendo custeado a sua publicação. Agora recebe mais um reconhecimento da obra,  recebendo o Troféu Odette Costa 2016.  



Literatura infantojuvenil
Fernando Verga
Fernando Verga e a esposa, Amanda
“O alfaiate apressado e outros poemas” – Fernando Verga, 32 anos.

O autor é um jovem jornalista, mas também é músico e escritor. Com tenra idade, exerce a função de secretário municipal de Comunicação Social na Prefeitura de Araçatuba.  Seu livro “O alfaiate apressado e outros poemas” é um livro de poemas, gênero infantojuveni, que, para ser publicado, recebeu o prêmio do Fundo Municipal de Apoio à Cultura de Araçatuba.  Fernando  também já foi vencedor do concurso de contos Cidade de Araçatuba. Saiu de Braúna para estudar jornalismo da UniToledo  e passou morar em Araçatuba. Por essa precocidade competente, tem o reconhecimento da Secretaria Municipal de Cultura, atribuindo-lhe o Troféu Odette Costa 2016. 


Cultura popular
Grupo Figueira da Viola – 
Manuela Santana Trujillos
Foi no pátio do Museu Histórico e Pedagógico Marechal Cândido Rondon que abriga à frondosa figueira, parte histórica do nosso município, e que por ela deu-se a origem ao grupo que tem como missão, o resgate da nossa música caipira, que em 2009 foi formado e batizado pelo encanto daquela frondosa figueira, onde como pólen musical fez-se semear a “FIGUEIRA DA VIOLA”. No dia 27 de fevereiro apresentou um belo espetáculo no teatro municipal Castro Alves, demonstrando que a cultura caipira sabe também ocupar os templos da cultura erudita. Daí o reconhecimento da Secretaria Municipal de Cultura ao grupo Figueira da Viola, na pessoa de sua coordenadora.

JORNALISMO CULTURAL  
Folha da Região – Caderno Vida
O jornal Folha da Região tem uma atenção especial para a cultura, com ênfase à araçatubense. O Caderno Vida possui editoria e repórter especializados e não mede esforços para divulgar a agenda da cultura local e regional. Ultrapassando,  em muito, a fronteira das variedades, por isso o reconhecimento da Secretaria Municipal de Cultural, atribuindo ao Caderno Vida e, por extensão, ao jornal, do Troféu Odette Costa.      

  









Música

Musical “Nuvem e feijão” – Josyanne M. Gomes Viana
Jossyane e Júnio Viana
É um reencontro com o bom gosto, a poesia, o lúdico e o romântico. Agradável estética e musicalmente esse espetáculo é como um sonho bom, aquele que deixa saudades. Ele recebeu o prêmio do Fundo Municipal de Apoio à Cultura de Araçatuba para ser montado e apresentado.  A parceria do casal Junior Viana e Josy Martins e agora também seu filhinho, tocando, cantando e atuando juntos é um presente para cena cultural de Araçatuba e por isso são homenageados hoje com o premio Odette Costa categoria música.



MÚSICA DE BARZINHO


 Antônio Mario Carteado de Oliveira
ou simplesmente Mario Carteado, apaixonado por música desde os dois anos, chegou a quebrar a vitrola de tanto tocar Tim Maia.

Iniciou seus estudos em 1993 com violonista Antônio Duarte Veloso; em 1996 iniciou tocando em bares do centro histórico e Pelourinho de Salvador, incentivado por Zé Eduardo Martins. Tocou em diversas bandas, mas em 2007 a convite do  prof. José Renato Gimenes, tocou em um show na praça João Pessoa acompanhado de vários ex-alunos do maestro. Apaixonou-se pela cidade e a qualidade de seus músicos e, então, em 2009 mudou-se de vez para Araçatuba , enraizando-se e tornando-se o rei das noites de nossa cidade, embalando shows em bares, com suas músicas de Jazz, blues, MPB e diversos ritmos musicais 

Por isso não podemos falar em um happy- hour em um bar de Araçatuba sem se lembrar desta figura que é Mário Carteado. O reconhecimento da Secretaria Municipal de Araçatuba pela música ao vivo dos lugares de entretenimento na pessoa de Mário Carteado, atribuindo-lhe o Troféu Odette Costa 2016.

Organização coletiva
Semana da Diversidade Sexual de Araçatuba – Fernando Fado


Fernandinho, desde os doze anos de idade participa de atividades artísticas. Escreve textos, seu primeiro foi “Eu e Ela” para a CIA um e outro, dirigido por Laerte Silva. Tendo Alexandre Melinsky, como mestre e mentor,  hoje domina os caminhos da produção de eventos. Entre eles: Cenata e Semana da Diversidade Sexual.



Contratado por oficinas Culturais de São Paulo produziu com maestria a “SIM” sendo pemiado em edital do ProAc.

ESPAÇO CULTURAL
Shopping  Praça Nova

Ficamos orgulhosos  ao ver que grandes empreendimentos se estabelecem cada vez mais em nossa cidade e ainda mais agradecidos quando esses empreendimentos se preocupam não só com seus aspectos comerciais, mas também cultura como marketing. Espaços que de alguma forma apoiam a arte de Araçatuba merecem nosso aplauso e é esse o caso do Shopping  Praça Nova, por isso a atribuição, por parte da Secretaria Municipal de Cultura do Troféu Odette Costa 2016.

MEMÓRIA
Associação Cultural Amigos da Memória Histórica de Araçatuba – Carlos Joaquim Rodrigues

Associação  Cultural  Amigos  da Memória Histórica de Araçatuba  sob a presidência de Carlos Joaquim Rodrigues ,  vem incentivando a conservação de nossa história através da doação de acervo riquíssimo de nossa ferrovia e ferroviários que possibilitou a  realização de um sonho, a criação do  Museu do Ferroviário Moisés Joaquim Rodrigues, que está em fase de conclusão na esquina das ruas Joaquim Nabuco e 15 de Novembro, Vila Ferroviária, Araçatuba.   

TEATRO
Senhora D – Caíque Teruel

Caíque Teruel - (Caíque Teruel de Paula)
Iniciou na dança aos 13 anos de idade, já tinha certeza que teria sua profissão na carreira artística. Formou-se em Artes Dramáticas unidade SENAC – ARAÇATUBA. Fundou a CIA OBSCENOS e encenou o monólogo “Senhora D”, com temporada nas oficinas Culturais Silvio Russo. Engajado na organização de festivais e Semana da Diversidade Cultural de Araçatuba. Membro do conselho Municiapal de Políticas Culturais de Araçatuba. Trabalha no projeto Balé Municipal e na academia Stella Maris. Pela montagem da Senhora, texto da escritora brasileira Hilda Hirst, a Secretaria Municipal de Cultura de Araçatuba contempla-o o com o Troféu Odette Costa de 2016 na categoria de teatro.

Contação de história
Flávia Maria Wollfowitz

A arte-educadora iniciou pesquisas na arte da narrativa após concluir pós-graduação na Escola de Comunicações e Artes da USP. Fez participações na Bienal Internacional do Livro de São Paulo e em vários festivais de contadores de histórias, como no Sesc Interlagos e no 10º Festival “A Arte de Contar Histórias”, em São Paulo, além de maratonas de contos em hospitais e escolas da rede municipal e estadual.
Compartilha contos da tradição oral de maneira lúdica e interativa, com apresentações repletas de magia e encantamento. Desenvolve o projeto “Mar de Histórias” por meio do teatro de papel japonês kamishibai, uma manifestação cultural muito peculiar, uma técnica especial da linguagem oral. Flávia é contadora de histórias e encantadora de públicos. Por contar histórias às crianças na biblioteca municipal Rubens do Amaral, quando as escolas visitam o local, estimulando a leitura, é que recebe o  Troféu Odette Costa 2016.

Três homenagens póstumas
  
1) Roberto Raniel era um artista plástico de grande potencial, fazia sucesso por onde passava com seus belíssimos trabalhos.  Sensível à temática urbana e suas características arquitetônicas teve seu trabalho reconhecido e consagrado. Excelente artista, excelente pessoa, que pena que seu tempo entre nós foi tão curto. Fica aqui nossa saudades e nossa homenagem. O Troféu Odette Costa é o reconhecimento do todo que perdeu a parte, o conforto da Secretaria Municipal de Cultura aos familiares.  
  

2) Marco Antônio de Oliveira Queirós – Querô
Em 1977, despontava para o cenário musical o autodidata que na sua humildade dividia os caminhos intrínsecos dos acordes a pluralidade ritmada. Nos seus toques originais brotava uma cumplicidade com seus pares de sonoridade ímpar, poética e com identidade própria. Entre cordas, sopros e percussões, registrou  a sua marca nos mostrando que o show não acabou. É assim que pensa a Secretaria Municipal de Cultura com a morte de Querô. O Troféu Odette Costa simboliza a saudade de todos.


3) Edgarzinho
Edgar Alves Davi, músico  multi instrumentista de trabalho reconhecido  na cidade de Araçatuba, que através de participações em festivais, barzinhos e incentivo na formação de novos músicos e pelo  bom humor contagiante que enriqueceu os dias e noites culturais  da cidade. Filho de outro músico: Edmundo Alves.  Recebe em homenagem póstuma o premio Odette Costa por ser um boêmio, seguindo as trilhas de seu pai. 




DESTAQUE NACIONAL:
Antônio Luceni dos Santos
Um aluno que se destacava na escola, por isso se aproximava dos professores e acabou se tornando um. Sua primeira graduação foi em Letras, a segunda em Artes Visuais e a terceira em Arquitetura e Urbanismo. Professor efetivo, por meio de concurso público, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, campus Birigui, na disciplina de Artes Visuais. Acadêmico da Academia Araçatubense de Letras e Diretor da União Brasileira de Escritores. No ano de 2015, ganhou O Prêmio Nelly Novaes Coelho de Literatura Infantil (nacional) com o livro “O menino e o vento” que é sua terceira obra direcionada ao público infantojuvenil.

DESTAQUE ESTADUAL: 
Braseiro – Diretor: Mauro Júnior - ( Cia do Blefe )

Peça ambientada na  aridez não somente   geográfica, mas também  comportamental do jogo do poder que faz com que  o ser humano subjugue  a sua condição de ser.  

Foi apresentada várias vezes na cidade de São Paulo a convite da Secretaria Estadual de Cultura. Texto, cenário e interpretação construídos com primor, sob a direção de Mauro Júnior, representando tão bem Araçatuba na capital, o “Braseiro” merece o Troféu Odete Costa  de Destaque Estadual.

Revelação
Viviane  Nukamoto dos Santos
Viviane foi vencedora do Concurso de Composição Musical do Projeto Guri 2016, com participação de alunos alunos de 236 unidade do projeto e ganhou em 1º. lugar. É aluna de Araçatuba, curso de violão, 16 anos de idade.



Viviane fez sozinha a canção instrumental chamada “Minha História”, que será executada hoje. O Projeto Guri é executado para mais de 500 crianças em Araçatuba, uma parceria entre as secretarias estadual e municipal de Cultura. Por esse esforço conjunto de formação musical de nossa juventude e pelo esforço pessoal de Viviane, ela merece receber o Troféu Odette Costa 2016.

Destaque regional:
Breack Dow – Guns Cover

Formada em junho de 2014 por cinco músicos roqueiros fanáticos pela banda internacional de Hard Rock Guns n' Roses. A BREAKDOWN apresenta uma proposta de interpretar e representar o mais fiel possível as músicas, a performance da banda, inclusive com roupas e cabeleiras dos integrantes originais. Logo após a formação e apresentação em nossa cidade, começaram a surgir convites para apresentações na região e também fora do estado. Weslen Santos (vocal), João Scanferla (guitarra solo), Guilherme Bachiega ( guitarra base), Charles Max (baixo), Sandro Marques ( bateria. A  banda BREAKDOWN é participante do evento Contagiou – Araçá Rock. Daí receber o Troféu Odette Costa 2016.

Seresta pra Mamãe nesta sexta-feira





Amigos da Seresta fará um show em homenagem ao dia das mães, nesta sexta-feira (6), ás 20h na Praça João Pessoa, em Araçatuba.

 O grupo fará uma apresentação de algumas musicas que irão prestar homenagem a todas as mamães. O repertório contará com musica, poesia e coreografia da equipe Sandro’s Dance.

No lugar do evento ainda estará sendo distribuídos cupons para concorrer a vários prêmios, entre eles um violão e uma bicicleta.